Tumor Palpebral: Diagnóstico e Remoção em São José do Rio Preto | Dra. Thaís Borghi

Tumor Palpebral em São José do Rio Preto

Toda lesão que não some merece ser avaliada

Lesões na pálpebra são comuns, e a maioria é benigna. Mas a pálpebra é também um dos locais mais frequentes de câncer de pele da face — e a diferenciação nem sempre é evidente a olho nu. Uma lesão que cresce, sangra ou não cicatriza precisa de avaliação.

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Nem toda lesão é grave — mas nem toda é inofensiva

A maioria das lesões palpebrais é benigna: cistos, papilomas, calázios, nevos. Ainda assim, a pálpebra é um dos locais mais frequentes de câncer de pele na face, especialmente o carcinoma basocelular. A distinção nem sempre é possível apenas pela aparência — e é por isso que lesões persistentes merecem exame.

Sinais de alerta

Procure avaliação quando a lesão cresce progressivamente, sangra com facilidade, forma crosta que se refaz, não cicatriza em semanas, provoca perda dos cílios no local, altera a margem da pálpebra ou muda de cor e de formato. A perda de cílios sobre uma lesão é um sinal que merece atenção especial.

Calázio que não some

O calázio é uma inflamação benigna de glândula palpebral, muito comum. Quando um calázio recorre sempre no mesmo lugar ou não regride com o tratamento habitual, a investigação se justifica — algumas lesões podem se apresentar de forma semelhante.

Diagnóstico

A avaliação começa pelo exame da lesão e da margem palpebral. Quando há dúvida, indica-se a biópsia, que define a natureza da lesão e orienta a extensão da remoção. Esse passo não é burocracia: ele determina se a abordagem será simples ou se exigirá margens ampliadas.

Remoção e reconstrução

A pálpebra tem função — protege a córnea, distribui a lágrima e fecha o olho. Por isso a remoção de uma lesão exige planejamento da reconstrução desde o início. Dependendo da extensão, podem ser usados enxertos ou retalhos da própria região para restabelecer estrutura e função.

Prevenção

A exposição solar cumulativa é o principal fator de risco para câncer de pele palpebral. Proteção solar e óculos com filtro UV reduzem esse risco. Exames oftalmológicos periódicos ajudam a identificar lesões precocemente, quando o tratamento é mais simples.

Conteúdo revisado em agosto de 2026 · Dra. Thaís Borghi · CRM-SP 200.947 · RQE 115351

Quem vai te
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Oftalmologista com atuação dedicada à plástica ocular em São José do Rio Preto.

Dra. Thaís Pandim Borghi — CRM-SP 200.947 · RQE 115351

Graduação em Medicina pela Universidade Anhembi Morumbi (2018) e Especialização em Oftalmologia pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia — CBO (2023). Formação complementar em oculoplástica na Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP) e Curso Avançado de Blefaroplastia pela Eyelid Academy.

Mais de 500 cirurgias realizadas e 7 trabalhos apresentados em congressos brasileiros de oftalmologia entre 2019 e 2021. Conhecer a trajetória completa.

Perguntas sobre tumor palpebral

Respostas objetivas às dúvidas que mais chegam. Nenhuma delas substitui a avaliação médica presencial — a indicação depende da anatomia individual de cada paciente.

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Não. A maioria é benigna — cistos, papilomas, calázios e nevos são comuns. Porém, a pálpebra é um dos locais mais frequentes de câncer de pele da face, e a distinção nem sempre é possível apenas pela aparência. Lesões persistentes merecem avaliação.
Lesão que cresce progressivamente, sangra com facilidade, forma crosta que se refaz, não cicatriza em semanas, provoca perda de cílios no local, altera a margem palpebral ou muda de cor e formato.
Um calázio que recorre sempre no mesmo local ou não regride com o tratamento habitual justifica investigação. Algumas lesões podem se apresentar de forma semelhante ao calázio.
A avaliação começa pelo exame da lesão e da margem palpebral. Quando há dúvida, indica-se biópsia, que define a natureza da lesão e orienta a extensão da remoção necessária.
O planejamento da reconstrução faz parte da cirurgia desde o início, justamente para preservar a função palpebral — proteção da córnea, distribuição da lágrima e fechamento do olho. Conforme a extensão, podem ser usados enxertos ou retalhos da própria região.
A exposição solar cumulativa é o principal fator de risco. Proteção solar e óculos com filtro UV reduzem esse risco. Exames oftalmológicos periódicos ajudam a identificar lesões precocemente.

Outros procedimentos

Cirurgia de pálpebra

Remoção do excesso de pele e das bolsas de gordura das pálpebras.

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Ptose palpebral

Correção da queda da pálpebra superior, que pode reduzir o campo visual.

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Xantelasma

Remoção das placas amareladas de colesterol na pele das pálpebras.

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Elevação de supercílios

Reposicionamento da sobrancelha para abrir o olhar.

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